Legal Design Thinking

Legal Design Thinking: Entenda o que é e como aplicá-lo no setor público

Você sabia que o Legal Design Thinking é a aplicação da técnica do Design Thinking ao setor judiciário?

Pois bem, poucas pessoas sabem disso. A boa notícia é que este método vem sendo adotado com cada vez mais frequência, principalmente devido à transformação digital no Direito.

Neste post, vamos explicar os conceitos e diferenças entre Legal Design Thinking e Design Thinking, além de mostrar como aplicar a técnica no meio jurídico!

Continue conosco.

Legal Design Thinking: Entenda seu conceito

O Legal Design Thinking tem como objetivo promover o pensamento e a criação inovadora, de forma a resolver os problemas do cliente que demanda assistência jurídica, a partir do entendimento das suas necessidades.

Todo o processo deve ser pautado pela empatia e compreensão, ou seja, na capacidade de se colocar no lugar do outro. O acolhimento ao cliente é de extrema importância, principalmente porque são debatidos problemas reais e delicados.

Através destes pontos, os profissionais que compõem a equipe de Legal Design Thinking  têm a possibilidade de encontrar soluções inovadoras e que de fato, sejam mais adequadas à resolução do problema apresentado. Dentre as etapas do Legal Design Thinking, estão:

  • Compreensão e empatia;
  • Exploração das informações apresentadas pelo cliente;
  • Escolha da possibilidade mais adequada ao problema;
  • Construção de um protótipo, realização de testes e avaliação. A solução pensada trouxe resultados reais ao problema apresentado inicialmente?

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Já o Design Thinking é um modelo mental cujo objetivo é a resolução de problemas complexos, baseados na humanização das situações e, também, nos conceitos do setor de Design.

São sete etapas no processo de utilização e abordagem do Design Thinking, a saber:

  1. Entendimento: É preciso compreender o problema a ser resolvido;
  2. Observação: É o momento de entrevistar os envolvidos e desenvolver a empatia;
  3. Ponto de vista: Os dados, observações e informações levantadas devem formar um fechamento;
  4. Ideação: Neste momento, o projeto é direcionado às soluções. O ponto de vista deve resultar em ideias;
  5. Prototipagem: As ideias saem do papel e ganham vida. Ou seja, a prototipagem é um rascunho da versão final da solução. Deve-se criar algo tangível;
  6. Teste: É o momento de validar as ideias, testar os protótipos e as hipóteses do projeto;
  7. Iteração: Nesta etapa, os feedbacks disponibilizados até a etapa de testes são absorvidos. Flexibilidade e adaptabilidade são importantes.

Agora que vimos o conceito do Legal Design Thinking, vamos entender como aplicá-lo ao Poder Judiciário.

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Como aplicá-lo?

Como dissemos anteriormente, o Legal Design Thinking deriva da transformação digital. Você sabe o por quê? É fácil! 

Um dos pilares da transformação digital é o processo criativo. Sim, para construir e propor soluções inovadoras, é preciso que a criação esteja alinhada aos objetivos da organização e/ou negócio em geral.

Na aplicação do Legal Design Thinking, os dados devem ser levados em consideração para se chegar a um consenso na resolução do problema. Estes dados, por sua vez, podem ir além dos coletados durante uma entrevista com o gestor ou demandante. Vamos explicar.

A transformação digital e os processos inovadores, produzem muitas informações e dados que devem ser levantados e compilados para posterior análise. Os indicadores de performance (KPI’s) permitem uma avaliação mais detalhada sobre a localização do problema, possibilitando assim, melhor entendimento por parte dos gestores e equipe de Legal Design Thinking, para a sua resolução.

A metodologia é baseada no pensamento da arquitetura da solução a ser proposta. Sendo assim, contar com os indicadores de performance e manter os dados organizados, são estratégias válidas para todos os órgãos do Poder Judiciário que lidam com diversos tipos de dados e informações.

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Uma das “dificuldades” enfrentadas pelo Poder Judiciário em geral, refere-se à alta demanda de processos judiciais. Por isso,  é importante contar com a tecnologia para gerenciar as demandas e obter maior produtividade e agilidade nos trâmites processuais.

Tomando como exemplo a dificuldade na gestão das demandas, uma das soluções que podem ser propostas pelo Legal Design Thinking, é o desenvolvimento ou implementação de uma solução tecnológica que pode ser um aplicativo ou software, voltado à automação de algumas atividades.

Desta forma, os procedimentos administrativos tornam-se otimizados e o cliente final fica satisfeito com os serviços prestados. Esse é apenas um exemplo de aplicação do Legal Design Thinking no meio jurídico.

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A inteligência artificial nos escritórios de advocacia e organizações do setor público já é uma realidade e, sendo assim, são necessárias adaptações de forma acelerada. Contar com softwares de gestão, como o Ergon, por exemplo, é uma excelente alternativa quando o assunto é agilidade e eficiência.

O Ergon é um sistema de gestão de pessoas e folha de pagamento, voltado ao setor público, que gera automaticamente a folha de pagamento mediante as informações da vida funcional do servidor. 

A solução é integrada aos sistemas do Governo Federal, sendo utilizada por vários Estados brasileiros e gerando em média 4,6% de economia na folha de pagamento. Além disso, o Ergon fornece informações precisas para os gestores tomarem decisões acertadas com agilidade.

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Neste post abordamos o conceito de Legal Design Thinking e explicamos como aplicá-lo ao Direito. Gostou do conteúdo? Então compartilhe em suas redes sociais! Acesse nosso site e conheça-nos.

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